Nando Reis - As Coisas tão mais lindas
http://www.youtube.com/watch?v=XeDvnSVKA28
"reconheci minhas cores"
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
sexta-feira, 29 de julho de 2011
KUNDERA, MILAN. "A Insustentável leveza do ser".P.65.
"Aquele que deseja continuamente "elevar-se" deve esperar um dia pela vertigem. O que é a vertigem? O medo de cair? Mas por que sentimos vertigem num mirante cercado por uma balaustrada? A vertigem não é o medo de cair, é outra coisa. É a voz do vazio embaixo de nós, que nos atrai e nos envolve, é o desejo da queda do qual logo nos defendemos aterrorizados"
segunda-feira, 11 de julho de 2011
aff, correções.
Dos Extremos: O difícil oscilar entre a humildade e a arrogância.
Ser extremista é mau visto de todos as formas, a síntese total disso está no código internacional de doenças que chama isso de bipolaridade.
As oscilações entre euforia e depressão, bom humor e irritabilidade, coragem e desesperança são, ao que parece, características da vida humana em sociedade e com mil e uma psicologias de explicação do comportamento, uma doença grave que torna uma pessoa praticamente... impraticável. risos.
Se tem um meio termo na vida que é necessário talvez seja o meio termo entre humildade e arrogância. As duas são tentadoras porque, a primeira é nobre e a segunda é uma muralha de proteção emocional. O dualismo da vida tem, de fato, papel decisivo nas racionalizações.
Ninguem sabe que tem isso. que coisa! alguém há de falar pra quem pretende se melhorar.
Ser extremista é mau visto de todos as formas, a síntese total disso está no código internacional de doenças que chama isso de bipolaridade.
As oscilações entre euforia e depressão, bom humor e irritabilidade, coragem e desesperança são, ao que parece, características da vida humana em sociedade e com mil e uma psicologias de explicação do comportamento, uma doença grave que torna uma pessoa praticamente... impraticável. risos.
Se tem um meio termo na vida que é necessário talvez seja o meio termo entre humildade e arrogância. As duas são tentadoras porque, a primeira é nobre e a segunda é uma muralha de proteção emocional. O dualismo da vida tem, de fato, papel decisivo nas racionalizações.
Ninguem sabe que tem isso. que coisa! alguém há de falar pra quem pretende se melhorar.
sábado, 11 de junho de 2011
'Americana' da América do Sul
Nas aulas de métodos II, com professora doutora Andréia Chaves, os alunos, incluindo-me, devem fazer um projeto de pesquisa. Resultado: escrevi cinco vezes sobre o que quero escrever durante a vida profissional na carreira de cientista social. escrevi alguns manuscritos, algumas coisas no word, entreguei três versões e continuo vivendo o drama do pesquisador em início de carreira, escolher o objeto, focar, afunilar. acho que tudo pode dar certo, conseguirei tirar um bom, mas ainda sinto a responsabilidade da avaliação da disciplina de métodos pesar como uma responsabilidade vital e futurística. risos.
uma das versões do meu problema e justificativa está no site http://www.morenocris.org/2011/06/por-karine-pedrosa-quem-sabe-os.html
o site é da jornalista Cristina Moreno, uma especialista em América Latina. Confere lá. rsrs.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Marximize! Porque Marx não anula a revolução tecnológica-informacional
Verbo: Marximize! Porque Marx não anula a revolução tecnológica-informacional
Pode é ser clichê, estar fora de moda e ser estigmatizado, mas quem realmente lê as obras de Karl Marx se passa com as profecias científicas do economista-alemão-comunista!
Marximizemos o olhar e a realidade não será composta de fragmentos independentes. A nossa cultura de conhecimento tranformou a verdade em uma abstração inalcansável, nossa história em retalhos desconexos e a produção científica em concorrente de si mesma. O consumo da obra de Marx só foi liberado quando o sistema havia criado um microssistema pro seu descrédito. Falo de um microssistema composto de chatos socialistas que mal compreenderam o manifesto comunista e nem se deram ao prazer de ler as outras obras e saem por aí vestidos com camisas com o Che guevara na estampa e tecidas na inglaterra há 10 mil anos. è parecido com o caso do Raul Seixas, o de Marx, desfigurados pelos fanáticos. Quando li a questão judaica, fiquei me perguntando se Marx imaginou que o que fizeram os ideólogos alemães com Hegel seria feito com ele mesmo.
A Verdade, que em minha opinião existe e não está escondida por uma centena de antíteses, é que o leitor atento, consumidor de Marx e não de psicotrópicos percebe em seus textos uma análise em espiral revaladora de3 uma realidade cada vez mais abragente e conctada, em Marx as questões são dadas em, respostas graduais, uma sequencia de maximizações do olhar para a realidade.
Bem, marximize e me entenderá!
Faço propaganda de Marx, porque grana gasta em propaganda e contabilidade na circulação de mercadorias sai do bolso do capitalista, isto é, da mais valia expropriada do trabalho assalariado.
Karine Pedrosa, em maio de 2011.
Pode é ser clichê, estar fora de moda e ser estigmatizado, mas quem realmente lê as obras de Karl Marx se passa com as profecias científicas do economista-alemão-comunista!
Marximizemos o olhar e a realidade não será composta de fragmentos independentes. A nossa cultura de conhecimento tranformou a verdade em uma abstração inalcansável, nossa história em retalhos desconexos e a produção científica em concorrente de si mesma. O consumo da obra de Marx só foi liberado quando o sistema havia criado um microssistema pro seu descrédito. Falo de um microssistema composto de chatos socialistas que mal compreenderam o manifesto comunista e nem se deram ao prazer de ler as outras obras e saem por aí vestidos com camisas com o Che guevara na estampa e tecidas na inglaterra há 10 mil anos. è parecido com o caso do Raul Seixas, o de Marx, desfigurados pelos fanáticos. Quando li a questão judaica, fiquei me perguntando se Marx imaginou que o que fizeram os ideólogos alemães com Hegel seria feito com ele mesmo.
A Verdade, que em minha opinião existe e não está escondida por uma centena de antíteses, é que o leitor atento, consumidor de Marx e não de psicotrópicos percebe em seus textos uma análise em espiral revaladora de3 uma realidade cada vez mais abragente e conctada, em Marx as questões são dadas em, respostas graduais, uma sequencia de maximizações do olhar para a realidade.
Bem, marximize e me entenderá!
Faço propaganda de Marx, porque grana gasta em propaganda e contabilidade na circulação de mercadorias sai do bolso do capitalista, isto é, da mais valia expropriada do trabalho assalariado.
Karine Pedrosa, em maio de 2011.
sábado, 7 de maio de 2011
VERDÓI
Tive que deslocar meu ponto referencial do "outro", o espelho biológico, moral e até ético quebrou-se.
A solidão e o silêncio me atingem doces, fico como condenada a existir no infinitivo.
É óbvio que sou insuportável, eu não precisaria ler ou ouvir isso para constatar, tenho família.
Percebo, não haverá o único amigo, o único amor ou uma única criatura que, deslocada de mim, em mim sinta-se, não somente dentro da esfera do suportável, mas com uma alegria real. Diferente do passado adequado ao presente, eu não.
O supôr que em surreal me ponho me é bastante suportável. As vezes, leio, assisto e tomo nota do insuportável. Vejo, ouço, leio, aceito, compreendo e tomo nota do insuportável, mas não o personifico.
A solidão e o silêncio me atingem doces, fico como condenada a existir no infinitivo.
É óbvio que sou insuportável, eu não precisaria ler ou ouvir isso para constatar, tenho família.
Percebo, não haverá o único amigo, o único amor ou uma única criatura que, deslocada de mim, em mim sinta-se, não somente dentro da esfera do suportável, mas com uma alegria real. Diferente do passado adequado ao presente, eu não.
O supôr que em surreal me ponho me é bastante suportável. As vezes, leio, assisto e tomo nota do insuportável. Vejo, ouço, leio, aceito, compreendo e tomo nota do insuportável, mas não o personifico.
terça-feira, 22 de março de 2011
"que pena, ela não é igual"
Muitos precisam ser consultados antes de falarmos dessa igualdade da qual vcs fazem questão. A dimensão da linguagem onde interajo é realmente muito particular.
Passei muito tempo lamentando não ter o domínio do exato conceito que expressa o exato pensamento que tenho em mim. Mas de que adianta? Por maiores os meios, ou menores no tempo do 'tudo portátil', menos os humanos expressam pela quintessência o intrínseco. Acho que hoje pude entender o drumond em "tempo de meio silêncio ... o espião janta conosco".
Que mal há na opinião? Vocês aceitaram a divisão do conhecimento que menos preza a opinião. Aceitaram que todo o pensamento fosse coordenado. aceitaram ser comparados com bois que ruminam a vida toda o que sabem por ser mais bonito dizer que não se sabe. Aceitam as metáforas que comparam um país de dimensões absurdas com uma casa. Ninguém compara vc com o que há de perfeito , porque ninguém quer que vc atinja a perfeição.
confundiram por meio da linguagem, a mesma criada por escolhermos cooperação em vez de guerra. disseram que vc é guerra, omitiram a cooperação.
Eu nunca poderei ler toda a filosofia que criou as bases para o pensamento que hoje nos permitem ter, mas ouso sim dizer que o filósofo Platão, em a República, pensa uma cidade e prova a sua aplicação, delimita a educação, a dupla jornada feminina, o comportamento moral nos exércitos, as formas de exploração, o preconceito de raças. Ele o faz, com todas as letras. Recortando a história, platão, seu tempo, sua vida, seus pensamentos. Hoje só é popular o adjetivo de que seu nome originou, no que diz respeito ao corpo de platão em seu tempo. porque tão bem feito foram seus jogos com a linguagem, que seu adjetivo indica algo puro, um amor platônico parece-nos belo, bom. para os cientista quer dizer de seu método, que parte das ideias para a materialidade. Na verdade, quer dizer que ele enganou muito bem e pela linguagem e ao longo do tempo. bota tempo nisso.
Platão não foi um profeta, mas plantou algo que o ocidente vem reproduzindo. Uma forma de pensar, uma forma de dominar, um jeitinho de enganar. Se arme ao ler o que pensaram os homens. e não tenha medo de opinar sobre o que seus sentidos lhe dizem. vivo és tu, me lês agora. porque tua espécie criou tudo que atribui sustentar-lhe.
Passei muito tempo lamentando não ter o domínio do exato conceito que expressa o exato pensamento que tenho em mim. Mas de que adianta? Por maiores os meios, ou menores no tempo do 'tudo portátil', menos os humanos expressam pela quintessência o intrínseco. Acho que hoje pude entender o drumond em "tempo de meio silêncio ... o espião janta conosco".
Que mal há na opinião? Vocês aceitaram a divisão do conhecimento que menos preza a opinião. Aceitaram que todo o pensamento fosse coordenado. aceitaram ser comparados com bois que ruminam a vida toda o que sabem por ser mais bonito dizer que não se sabe. Aceitam as metáforas que comparam um país de dimensões absurdas com uma casa. Ninguém compara vc com o que há de perfeito , porque ninguém quer que vc atinja a perfeição.
confundiram por meio da linguagem, a mesma criada por escolhermos cooperação em vez de guerra. disseram que vc é guerra, omitiram a cooperação.
Eu nunca poderei ler toda a filosofia que criou as bases para o pensamento que hoje nos permitem ter, mas ouso sim dizer que o filósofo Platão, em a República, pensa uma cidade e prova a sua aplicação, delimita a educação, a dupla jornada feminina, o comportamento moral nos exércitos, as formas de exploração, o preconceito de raças. Ele o faz, com todas as letras. Recortando a história, platão, seu tempo, sua vida, seus pensamentos. Hoje só é popular o adjetivo de que seu nome originou, no que diz respeito ao corpo de platão em seu tempo. porque tão bem feito foram seus jogos com a linguagem, que seu adjetivo indica algo puro, um amor platônico parece-nos belo, bom. para os cientista quer dizer de seu método, que parte das ideias para a materialidade. Na verdade, quer dizer que ele enganou muito bem e pela linguagem e ao longo do tempo. bota tempo nisso.
Platão não foi um profeta, mas plantou algo que o ocidente vem reproduzindo. Uma forma de pensar, uma forma de dominar, um jeitinho de enganar. Se arme ao ler o que pensaram os homens. e não tenha medo de opinar sobre o que seus sentidos lhe dizem. vivo és tu, me lês agora. porque tua espécie criou tudo que atribui sustentar-lhe.
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